sábado, 16 de fevereiro de 2013

Fernando Lyra é enterrado com salva de tiros em Recife

O corpo do ex-ministro Fernando Lyra, colunista de CartaCapital, foi enterrado com honras militares nesta sexta-feira (15), em Paulista, região metropolitana do Recife. Após o velório no plenário da Assembleia Legislativa pernambucana, onde ele começou sua carreira política como deputado estadual, o sepultamento ocorreu no Cemitério Morada da Paz.


Fernando Lyra sofria há 20 anos com um problema grave no coração.Segundo o jornalDiário de Pernambuco, a cerimônia de enterro demorou cerca de cinco minutos e houve uma salva de tiros.

Lyra, que era casado e tinha três filhas, morreu de falência múltipla de órgãos na tarde de quinta-feira (14). O recifense tinha 74 anos e estava internado desde 5 de janeiro no Instituto do Coração (Incor) do Hospital das Clínicas, em São Paulo, em estado crítico. Ele sofria há 20 anos de uma insuficiência cardíaca congestiva grave.

O corpo do ex-ministro chegou ao Aeroporto Internacional de Recife por volta de 11h da manhã de sexta, de onde seguiu para a Assembleia. No local, familiares, amigos, políticos e o público puderam se despedir.

O governador de Pernambuco, Eduardo Campos (PSB), e o prefeito de Recife, Geraldo Julio (PSB), estiveram na Assembléia. Ambos declararam luto oficial de três dias no estado e na prefeitura, respectivamente.

Repercussão

A morte de Lyra repercutiu entre importantes autoridades brasileiras. A presidenta Dilma Rousseff afirmou que a democracia perdeu “um de seus mais expressivos defensores”. A mandatária ressaltou ainda o papel do ex-ministro da Justiça em colocar fim à censura oficial do governo ditatorial.

O ex-presidente Lula, conterrâneo de Lyra, também se pronunciou. Ele destacou a “luta de forma incansável para o avanço da democracia” de Lyra, que foi deputado federal por oito mandatos consecutivos (191-1979). “Com sua morte, o Brasil perde uma importante referência política.”

Eduardo Campos destacou que a trajetória política do ex-ministro “engrandeceu o Brasil”. “Ele foi um dos líderes da luta contra a ditadura militar, como deputado federal integrante do grupo autêntico do MDB e como um dos coordenadores de campanhas como a das Diretas Já.” Em 2006, a campanha do presidente do PSB ao governo de Pernambuco foi articulada por Lyra, que empalcou o irmão João Lyra Neto como vice-governador.

Trajetória

Fernando Soares Lyra nasceu em 1938, em Recife, Pernambuco. Antes de entrar para a vida política formou-se em Ciências Jurídicas e Sociais, em Caruaru.

Foi deputado estadual em Pernambuco pelo MDB entre 1967 e 1971, até que chegou à Brasília, onde teve intensa e longa carreira.

Voz exponencial contra a ditadura, Lyra pertenceu ao grupo dos “autênticos do MDB”, partido que fazia oposição ao Arena dos militares. “Quando conquistei meu primeiro mandato, havia uma ditadura no País que tinha a ­pretensão de parecer uma democracia e criou um partido de oposição. Entrei nele e, apesar de todas as dificuldades, da ameaça que pesava sobre nossas cabeças, da cassação de mandatos, de prisões, torturas e assassinatos de parlamentares, o MDB se transformou em importante espaço de luta democrática. Hoje, com a democracia instalada, os momentos gloriosos tornam-se raros”, disse em recente entrevista a CartaCapital.

Na Câmara dos Deputados, ficou por 28 anos. Foi vice-líder do MDB nos anos 70 e 80, líder do bloco PSB/PMN entre 1995 e 1996 e líder do PSB entre 1995 e 1997. Ocupou ainda os postos de primeiro-secretário (1983-1984) e segundo vice-presidente (1993-1994).

Participou de importantes comissões permanentes, como a de Constituição e Justiça, Direitos Humanos, Finanças e Tributação, Relações Exteriores e de Defesa Nacional e Trabalho, Administração e Serviço Público.

Além disso, entre 1987 e 1991, integrou a Constituinte, participando da Comissão de Sistematização, da Subcomissão do Poder Executivo e da Comissão da Organização dos Poderes e Sistema de Governo. Pela atuação no Congresso, recebeu a medalha de Mérito Legislativo na Câmara dos Deputados em 1985.

Foi deputado pelo MDB (1971-1979), PMDB (1979-1991), PDT (1992-1995) e PSB (1995-1999).

Neste período, tirou três licenças da Câmara para se tratar de problemas de saúde em 1978, 1988 e 1995.

Tancredo Neves

Durante sua trajetória política, Lyra se aproximou de Tancredo Neves, de quem foi um dos coordenadores políticos na campanha vitoriosa do ex-governador de Minas Gerais à Presidência da República em 1985. “O maior político que conheci foi sem dúvida Tancredo Neves. Mais do que ninguém, ele soube fazer a hora na história do Brasil. Personificou a transição democrática, mas o destino não quis que fosse o seu executor”, disse a CartaCapital.

Com a morte Tancredo, o vice-presidente José Sarney assumiu o cargo. E nomeou Lyra como seu ministro da Justiça, cargo que ocupou entre março de 1985 e fevereiro de 1986.

Quatro anos depois, em 1989, o recifense tentou alçar voo próprio ao Planalto. Já no PDT, foi candidato à vice-presidente na chapa liderada por Leonel Brizola. Mas não chegou ao segundo turno das eleições, disputado entre Fernando Collor e Luiz Inácio Lula da Silva. Voltou, então, à Câmara.

O último cargo público ocupado por ele foi o de presidente da Fundação Joaquim Nabuco, de 2003 a 2011, ligado ao Ministério da Educação.

Fonte: CartaCapital

quinta-feira, 14 de fevereiro de 2013

Nanotecnologia: Empresa norte-americana cria tecnologia que impede a água de molhar qualquer superfície

Ultra-Ever Dry foi desenvolvido por uma empresa norte-americana e pode ser aplicado em diversas superfícies
Reprodução Vídeo
Reprodução Vídeo
Produto utiliza a nanotecnologia para repelir líquidos





















Imagine mergulhar uma bota na lama e ela continuar limpa? Ou mergulhar as luvas em uma bacia de água e ela não sair molhada? É o que promete o Ultra-Ever Dry, um produto que é usado para revestir objetos e mantê-los secos.
De acordo com a empresa fabricante norte-americana Ultra Tech International, o produto foi desenvolvido com base na nanotecnologia para revestir um objeto e criar uma barreira de ar na sua superfície para repelir água, óleo, concreto molhado, entre outros líquidos.
Entre as superfícies que o produto pode ser aplicado, a fabricante aponta: blocos de concreto, materiais de construção, luvas, motores, chapéus e calçados, por exemplo. O Ultra-Ever Dry é aplicado com um pulverizador e é composto por dois revestimentos.
A cor do produto é branca translúcida e ainda não foi desenvolvida uma fórmula transparente. Caso o consumidor queira uma cor personalizada, é possível fazer uma encomenda, mas a empresa pode exigir uma quantidade mínima para produzir o pedido.
Segundo a fabricante, a duração do efeito protetor vai depender das condições meteorológicas que o objeto vai ficar exposto, mas o efeito pode durar anos. No YouTube, o vídeo sobre o produto já contabiliza 2,8 milhões de visualizações.

Fonte: Estadão

Staub morde a maçã


A gradiente, empresa brasileira fundada nos anos 1960 que já foi forte nas vendas de eletroeletrônicos, usou uma estratégia controversa para retornar ao mercado em 2012. Após estudos realizados pela equipe responsável pela sua reinserção nas prateleiras mostrarem que a lembrança de seu nome continuava viva na cabeça dos brasileiros, sua aposta no aquecido mercado de smartphones veio atrelada ao conceito de uma gigante concorrente, a norte americana Apple. A junção de internet com telefone deu origem ao Gradiente iPhone, marca registrada pela brasileira no Instituto Nacional de Propriedade Intelectual (Inpi) em 2008.

 A vitória trouxe o empresário de volta ao noticiário sem que o assunto fosse a falência da companhia. Ilustração: Regina Assis
A vitória trouxe o empresário de volta ao noticiário sem que o assunto fosse a falência da companhia. Ilustração: Regina Assis

O fato não impede que a Apple trabalhe com a marca iPhone no Brasil, mas permite que a Gradiente entre com um processo para reivindicar seu direito de exclusividade. A fabricante brasileira ainda não informou quais serão seus próximos passos, mas há muito tempo ela não tinha presença tão marcante na mídia. A companhia conquistou manchetes no Brasil e espaço no noticiário internacional.
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Foram as primeiras reportagens em muitos anos sem foco na delicada situação financeira enfrentada desde 2006. Problemas causados pelo aumento do endividamento após a compra da Philco em 2005, num momento de investida agressiva de multinacionais no mercado brasileiro, entre outros motivos, fizeram as máquinas da Gradiente parar completamente em 2007. A partir daí, a empresa esteve envolvida em um extenso processo de negociação com fornecedores e investidores em busca de uma recuperação, até relançar seus produtos em 2012. Em seu site estão à venda tablets, tevês, aparelhos blu-ray, celulares, além da linha colorida Meu Primeiro Gradiente.
A empresa ainda não tinha usado o seu direito sobre o nome iPhone. Eugênio Staub, fundador da Gradiente e presidente do conselho de administração da Companhia Brasileira de Tecnologia Digital (CBTD), responsável pela marca, disse, no entanto, que esperava ter sido procurado pela Apple para negociar e que está aberto ao diálogo. “Houve, digamos assim, uma falta de respeito com o nosso registro.” A companhia admite a possibilidade de entrar com processo contra a Apple por uso indevido da sua marca no Brasil e pedir -indenização desde setembro de 2008, quando o iPhone foi lançado no País.
O pedido da Apple para registrar a marca iPhone, feito em 2006, foi rejeitado pelo Inpi, e a decisão foi publicada na quarta-feira 13 (leia mais AQUI). Tudo indica que uma negociação será inevitável. Não será a primeira vez que a norte-americana enfrentará esse tipo de embate. Em julho de 2012, a Apple pagou 60 milhões de dólares a uma empresa chinesa para encerrar uma disputa em relação à marca iPad na China que atrapalhava o lançamento do produto no país. A dona do nome iPad na China, Proview Technology, chegou a pedir 2 bilhões de dólares pelo direito. Em 2007, o imbróglio foi com a empresa norte-americana de tecnologia Cisco, detentora inicial da marca iPhone nos Estados Unidos, e um acordo permitiu às duas empresas utilizarem o nome, sem a divulgação de valores envolvidos no acerto.
Não está claro se a intenção da Gradiente é conseguir algum benefício financeiro, apesar de haver uma diferença gritante de desempenho econômico das duas empresas. De um lado temos uma companhia nacional de 150 milhões de reais em busca de recolocação no mercado e, do outro, uma das líderes mundiais do segmento, com valor de mercado de 500 bilhões de dólares, até há pouco a mais valiosa do mundo.
Em vídeo colocado na internet, a Gradiente explica que o pedido de registro foi realizado em 2000, época em que já se vislumbrava o uso conjunto da internet e do telefone celular. A Apple só viria a lançar o seu iPhone em 2007. O processo de autorização do direito sobre a marca, normalmente concluído em dois anos, saiu apenas em 2008 por causa da oposição apresentada pela Telesp Celular em 2002.
Na hora de explicar as diferenças entre um produto e outro, a Gradiente cita que o sistema operacional de seu aparelho é o Android, enquanto o do concorrente é o iOS. O iPhone da Apple tem “mais velocidade, maior definição de tela, além de mais recursos”, informa o vídeo institucional. Já o Gradiente “é um smartphone muito bom, com recursos mais simples, e tem um diferencial que os brasileiros adoram: aceita dois chips”. Fica claro o direcionamento dos produtos a públicos diferentes. Segundo Fernando Belfort, analista da Frost & Sullivan, o aparelho da Gradiente pode ganhar espaço como o primeiro smartphone dos brasileiros. “Ele tem preço -competitivo que pode atrair o consumidor que busca seu primeiro smartphone.”
A Apple tem apenas 0,4% do mercado de smartphones no Brasil, segundo estudo da Kantar Worldpanel ComTech (KWP), o que pode ser explicado pela pouca quantidade de modelos e preços mais elevados (a partir de 1,4 mil reais o modelo sem plano de operadora de celular). De acordo com a mesma pesquisa, o sistema Android, escolhido pela Gradiente, possui 57% do mercado brasileiro. O primeiro modelo do Gradiente iPhone foi batizado de Neo One, é importado da China e está à venda por 599 reais desde dezembro de 2012.
Um acordo de 400 milhões de reais de pagamento a credores privados em 2012 garantiu a volta da Gradiente ao mercado. A empresa passou por uma complexa reestruturação societária colocada em prática ao longo dos últimos dois anos. Uma troca de nomes separou a marca Gradiente da empresa deficitária, que em 2010 passou a se chamar IGB Eletrônica. Os ativos da IGB Eletrônica, por sua vez, foram arrendados pela CBTD, empresa criada em 2011 para retomar os produtos Gradiente. O valor pago pela IGB de aluguel à CBTD será usado para pagar as dívidas da empresa.
A maior parte do capital da CBTD, 60%, pertence ao Fundo de Investimento em Participações (FIP) Enseada, que tem como cotistas a fabricante multinacional de eletrônicos Jabil, a Agência de Fomento do Estado do Amazonas (Afeam) e os fundos de pensão Petros, dos funcionários da Petrobras, e Funcef, dos empregados da Caixa Econômica Federal. O FIP injetou 68 milhões de reais. Os outros 40% pertencem à Holding dos Acionistas da Gradiente (HAG) criada para abrigar os acionistas da IGB diante de troca de ações e um pagamento adicional

Fonte: http://www.cartacapital.com.br/economia/staub-morde-a-maca-2/

A distribuição da renda dez anos depois


Após dez anos de governos do PT, pode-se detectar uma importante melhora no perfil da distribuição da renda no País. Não vivemos em nenhum paraíso. Muito longe disso. Mas, em contrapartida, a situação é muito melhor que a do final dos anos 1990 e início dos anos 2000.

Fonte: SCN/IBGE
Fonte: SCN/IBGE

O índice de Gini foi reduzido. Este índice mede a distribuição da renda e varia entre 0 e 1. Quanto mais próximo de 1, maior a desigualdade e quanto mais próximo de zero, maior a igualdade. O Gini brasileiro caiu de 0,585, em 1995, para 0,501, em 2011. Contudo, este é um número que ainda está distante dos índices de países tais como França (0,308) ou Suécia (0,244).
No início dos anos 1960, o Brasil possuía um Gini inferior a 0,5. Entretanto, os governos militares (1964-1985) adotaram um modelo de crescimento econômico com concentração de renda. O Gini subiu. Em meados dos anos 1990, com a queda da inflação, o índice de Gini sofreu uma redução.
O índice de Gini é calculado com base na Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) do IBGE. Mais de 96% das rendas declaradas na Pnad correspondem às remunerações do trabalho e às transferências públicas. Sendo assim, a desigualdade medida pelo Gini/Pnad não é adequada para revelar a distribuição da renda entre trabalhadores, de um lado, e empresários, banqueiros, latifundiários, proprietários de imóveis alugados e proprietários de títulos públicos e privados, de outro. O índice de Gini não revela a participação das rendas do trabalho e do capital como proporção do Produto Interno Bruto (o PIB, que é o valor de todos os serviços e bens que são produzidos).
Além do Gini, é preciso analisar a distribuição funcional da renda: capital versus trabalho. O processo de desconcentração da renda que está em curso no Brasil vai além da redução do índice de Gini. Ocorre, principalmente, devido ao aumento da participação dos salários como proporção do PIB.
Fonte: IBGE
Fonte: IBGE

Houve uma trajetória de queda da razão salários/PIB de 1995 até 2003, quando caiu a um piso de 46,23% (incluindo as contribuições sociais dos trabalhadores e excluindo a remuneração de autônomos). A partir de então, houve uma inflexão na trajetória, que se tornou ascendente. O último dado divulgado pelo IBGE é de 2009. Neste ano, a participação dos salários alcançou 51,4% do PIB superando a melhor marca do período 1995-2003, que foi 49,16%.
São variadas as causas do movimento positivo de aumento da participação dos salários no PIB. O rendimento médio do trabalhador teve um aumento real significativo entre 2003 e 2012.  Houve um vigoroso aumento real do salário mínimo nos últimos dez anos. E houve redução dos juros pagos pelo governo aos proprietários de títulos públicos e redução dos juros cobrados das famílias pelos bancos.
O índice de Gini/Pnad e a participação percentual das remunerações dos trabalhadores no PIB são medidas complementares. Ambas representam dimensões da desigualdade e do desenvolvimento socioeconômico do país. As duas medidas mostram que o desenvolvimento socioeconômico brasileiro está em trajetória benigna desde 2003-4. Elas mostram também que no período anterior (1995-2003) as rendas do trabalho perdiam espaço no PIB para as rendas do capital.
A recuperação do poder de compra dos salários foi o principal pilar da constituição de um imenso mercado de consumo de massas que foi constituído no Brasil nos últimos anos. Foi a formação desse mercado que possibilitou ao Brasil sair apenas com pequenos arranhões da crise de 2008-9. O desenvolvimento econômico e social brasileiro depende, portanto, do aprofundamento do processo distributivo em curso. Não existirá desenvolvimento sem desconcentração de renda.

quarta-feira, 13 de fevereiro de 2013

Bom dia, Vinicius de Moraes!

Soneto de quarta-feira de cinzas (Vinicius de Moraes)

Por seres quem me foste, grave e pura 
Em tão doce surpresa conquistada 
Por seres uma branca criatura 
De uma brancura de manhã raiada

Por seres de uma rara formosura
Malgrado a vida dura e atormentada
Por seres mais que a simples aventura
E menos que a constante namorada

Porque te vi nascer de mim sozinha
Como a noturna flor desabrochada
A uma fala de amor, talvez perjura

Por não te possuir, tendo-te minha
Por só quereres tudo, e eu dar-te nada
Hei de lembrar-te sempre com ternura.

"Saudade" - por Otto e Julieta Venegas


China passa os EUA e é a maior potência comercial do planeta




A China tornou-se a primeira potência comercial do planeta em 2012, no que economistas consideram um momento histórico. Medido pela soma de exportações e importações de mercadorias, a potência asiática pela primeira vez superou os Estados Unidos, em nova mostra de seu persistente crescimento na economia mundial. 

Por Assis Moreira


Os EUA totalizaram US$ 3,82 trilhões de exportações e importações. Já a China totalizou US$ 3,87 trilhões, segundo as últimas estatísticas divulgadas pelos dois países.

A China já era o maior exportador do mundo desde 2009. Agora surge como maior nação comerciante, mas ainda não é o maior importador global. Os EUA importaram US$ 2,2 trilhões de mercadorias, enquanto a nação asiática importou US$ 1,8 trilhão.

Na cena comercial em Genebra, em todo caso, mais importante é que os últimos dados das três maiores economias mostram uma retomada do crescimento.

A China e os EUA tiveram forte alta nas exportações. E a Alemanha teve seu segundo maior recorde de vendas externas em 60 anos, obtendo um saldo comercial de US$ 188 bilhões no ano passado.


Fonte: Valor Econômico 

segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013

Boa noite, Clarice Lispector!

“Quanto a mim tenho que lhes dizer que as estrelas são os olhos de Deus vigiando para que tudo corra bem. Para sempre.”
— Clarice Lispector.

Programação completa do carnaval de Pernambuco 2013

Aos foliões e demais interessados, segue o link com a programação completa do Carnaval de Pernambuco 2013: http://hotsites.pernambuco.com/carnaval/2013/

terça-feira, 5 de fevereiro de 2013

Boa tarde, Cora Coralina!

"Feliz aquele que transfere o que sabe e aprende o que ensina". 

Cora Coralina