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quinta-feira, 30 de julho de 2026

Entrevista completa para o programa CBN Total da Radio CBN


 

CBN Caruaru: Pesquisador pernambucano lança livro sobre impactos do Porto Digital no estado

 A obra conta com a participação de docentes da Université de Montréal, no Canadá. 

Por: Redação CBN

O pesquisador pernambucano Anderson Diego Farias lançou o livro “Regulação cultural em territórios de inovação: lições do Porto Digital”. A obra propõe um olhar crítico e aprofundado sobre como a cultura, a economia criativa e o urbanismo se conectam na capital de Pernambuco.

A publicação examina de que forma os conceitos de inovação e criatividade transformam o planejamento das cidades. O estudo analisa os impactos diretos na criação de políticas culturais, nos modelos de governança e nas dinâmicas sociais, além de aprofundar soluções para os conflitos simbólicos e os desafios de desenvolvimento que surgem com grandes projetos voltados à economia criativa.

O livro conta com prefácio assinado por docentes da Université de Montréal, no Canadá, e traz o aval de Cláudio Marinho, ex-secretário de Ciência e Tecnologia de Pernambuco e um dos fundadores do Porto Digital. Doutorando na instituição canadense, Anderson Diego investiga reconfigurações urbanas em distritos culturais pelo mundo, traçando paralelos entre a experiência do Recife e a do Quartier des Spectacles, em Montréal.

Fonte: https://cbncaruaru.com/2026/07/24/pesquisador-pernambucano-lanca-livro-sobre-impactos-do-porto-digital-no-estado/.

terça-feira, 2 de junho de 2026

Lançamento on-line apresenta livro sobre cultura, inovação e transformações urbanas a partir da experiência do Porto Digital

 No próximo dia 16 de junho, às 12h, será realizado o lançamento on-line do livro Regulação cultural em territórios de inovação: lições do Porto Digital, de autoria do pesquisador Anderson Diego Farias da Silva, publicado pela Editora Diálogo Freiriano.

A obra propõe uma reflexão crítica sobre as relações entre cultura, inovação e desenvolvimento urbano, tomando como objeto de estudo o Porto Digital, um dos principais parques tecnológicos e ambientes de inovação do Brasil, localizado na cidade do Recife (PE).

Resultado de uma trajetória de pesquisa dedicada aos temas da economia criativa, das políticas culturais e dos territórios de inovação, o livro analisa como os discursos da criatividade, do empreendedorismo e da inovação passaram a ocupar posição central nas estratégias de desenvolvimento urbano contemporâneo. A partir de uma abordagem crítica, o autor investiga os mecanismos de regulação cultural que moldam as dinâmicas sociais, econômicas e simbólicas desses espaços.

Um olhar crítico sobre os territórios de inovação

A publicação dialoga com importantes autores das áreas de estudos urbanos, cultura e inovação, contribuindo para o debate sobre os impactos das políticas de revitalização urbana e dos modelos de desenvolvimento baseados na economia criativa.

Ao examinar a experiência do Porto Digital, o livro evidencia como a cultura pode desempenhar um papel estratégico na construção de narrativas de inovação, ao mesmo tempo em que suscita questionamentos sobre inclusão social, diversidade cultural, governança e disputas de sentido nos processos de transformação urbana.

Segundo o autor, compreender essas dinâmicas é fundamental para avaliar os desafios enfrentados por cidades que apostam na inovação como vetor de desenvolvimento econômico e territorial.

Obra bilíngue com alcance internacional

Publicada em formato bilíngue (português e inglês), a obra busca ampliar o diálogo entre pesquisadores, gestores públicos, profissionais da cultura e atores envolvidos em ecossistemas de inovação, tanto no Brasil quanto no exterior.

O livro está disponível em formato físico e digital (e-book), permitindo acesso a leitores interessados nos campos da administração, estudos urbanos, políticas culturais, inovação, economia criativa e desenvolvimento territorial.

Convite para o lançamento

O evento de lançamento será realizado de forma on-line no dia 16 de junho, às 12h, e contará com a apresentação da obra, comentários sobre os principais resultados da pesquisa e espaço para interação com o público.

Data: 16 de junho
Horário: 12h
Formato: On-line

Transmissão:

https://youtu.be/KnNMgGyPFKQ?si=p3ApTmn7gPW2lo13

A participação é aberta ao público. Pesquisadores, estudantes, profissionais da gestão cultural, da inovação e interessados nas transformações urbanas estão convidados a prestigiar o lançamento e conhecer as contribuições da obra para o debate contemporâneo sobre cultura e desenvolvimento.

quinta-feira, 11 de dezembro de 2025

Lançamento do Livro: Como Criar um Artigo Científico: do Zero à Publicação

A escrita científica é uma das etapas mais desafiadoras — e, ao mesmo tempo, transformadoras — da vida acadêmica. Pensando nisso, o pesquisador e orientador Anderson Diego Farias da Silva acaba de lançar o livro Como Criar um Artigo Científico: Do Zero à Publicação, uma obra prática e acessível que chega para simplificar o caminho de quem deseja publicar seus primeiros trabalhos acadêmicos.

Por que este livro é necessário?

Publicar um artigo científico não é apenas uma exigência acadêmica: é uma oportunidade de compartilhar descobertas, contribuir com o avanço do conhecimento e fortalecer a trajetória profissional. No entanto, muitos estudantes e pesquisadores iniciantes enfrentam dúvidas comuns:

  • Por onde começar?

  • Como estruturar cada seção do artigo?

  • Como transformar ideias em resultados claros e bem organizados?

  • O que os avaliadores realmente procuram?

  • Como aumentar as chances de aprovação em periódicos?

Este livro foi escrito justamente para responder a essas perguntas — com objetividade, clareza e exemplos reais.

O que você encontra no livro

A obra apresenta um passo a passo completo, desde a concepção da ideia até a submissão final do artigo. Entre os principais conteúdos, destacam-se:

  • Como formular uma pergunta de pesquisa sólida

  • Estrutura detalhada do artigo científico

  • Técnicas de escrita acadêmica

  • Dicas para evitar erros comuns

  • Orientações sobre metodologia e rigor científico

  • Estratégias para revisão, submissão e resposta aos avaliadores

  • Aspectos éticos da pesquisa

  • Sugestões práticas para organizar referências e dados

Mais do que um guia técnico, o livro também reflete a experiência do autor como orientador e pesquisador, trazendo conselhos valiosos para quem está começando — ou deseja aprimorar seus processos de escrita.

Para quem o livro é indicado?

  • Estudantes de graduação (TCC)

  • Pós-graduandos (mestrado e doutorado)

  • Professores e orientadores

  • Profissionais que precisam publicar artigos em sua área

  • Pesquisadores iniciantes de qualquer campo do conhecimento

Se você deseja aprimorar sua escrita científica ou precisa publicar seus primeiros artigos, esta obra será sua companheira ideal.

Uma oportunidade para transformar ideias em conhecimento

Escrever um artigo científico não precisa ser um processo solitário ou caótico. Com as orientações certas, qualquer pesquisador pode desenvolver textos claros, objetivos e de alto impacto. Este livro nasce exatamente com essa missão: ajudar você a entrar no mundo das publicações acadêmicas com segurança, técnica e confiança.


Onde comprar

O livro está disponível na Amazon.
👉 Acesse aqui: https://a.co/d/0eOF3SH

Boa leitura!

sábado, 11 de setembro de 2021

Livro "Ciencia e Conhecimento em Administração: Estudos Epistemológicos" é publicado

Olá, leitor(a)!

Eu gostaria de compartilhar uma grande notícia: a obra  "Ciência e Conhecimento em Administração: Estudos Epistemológicos" acaba de ser publicada pela Editora UFPE. Esse livro é fruto de um trabalho colaborativo desenvolvido por pesquisadores da UFPE, do qual pude colaborar com a confecção do capítulo 3.

Um exemplar do livro foi cedido para o acervo bibliográfico da Unifacol.

Informações do livro poderão ser vistas em breve no site da Editora UFPE: http://www.editoraufpe.com.br/. 




segunda-feira, 13 de julho de 2020

Publicações: Livro no forno!

Olá, leitor(a)! Gostaria de compartilhar uma ótima notícia! 

Soube ontem, através de um amigo, que artigos produzidos em uma disciplina do doutorado foram organizados e virarão um livro: 

"Ciência e Conhecimento em Administração: Estudos Epistemológicos"! 

Fonte da imagem: Silvio de Paula (2020)



quinta-feira, 22 de dezembro de 2011

"Livro é um nocaute na grande imprensa"

Em debate que marcou o lançamento oficial do livro A Privataria Tucana, na noite desta quarta-feira (21), em São Paulo, Amaury Ribeiro Júnior, autor da obra, afirmou que o livro é “um nocaute na blindagem que a mídia dá aos tucanos”.


A Privataria Tucana vendeu 15 mil exemplares em um fim de semana e já teve mais 30 mil encomendadas pela Geração Editorial. É o assunto mais comentado nas redes sociais e no meio político. Apesar disso, tem sido solenemente ignorado pela grande mídia.



O evento, promovido pelo Barão de Itararé em parceria com o Sindicato dos Bancários, contou também com a presença do jornalista Paulo Henrique Amorim e do deputado federal Protógenes Queiroz (PCdoB-SP), responsável pela criação da CPI da Privataria (protocolada no mesmo dia do debate). Cerca de 500 pessoas lotaram o Sindicato dos Bancários: além do auditório, também havia uma sala com telão, para que todos acompanhassem a discussão.

Amaury Ribeiro Júnior falou sobre o processo de investigação e escrita, mas enfatizou a reação da grande mídia ao lançamento de A Privataria Tucana. “Quando eu vi que não saiu nada sobre o livro na Veja, percebi que tínhamos acertado em cheio. Os grandes meios de comunicação ignoram o livro, mas as pessoas divulgam nas redes sociais, na mídia alternativa. O frentista do posto de gasolina em que eu abasteço me parou para dizer que quer uma cópia”, afirmou. A grande mídia praticamente omitiu o lançamento do livro, limitando-se, no máximo, a publicar a versão dos tucanos e dos acusados na investigação.

Com a repercussão da obra e a CPI da Privataria, criada por Protógenes Queiroz, Amaury acredita que José Serra, um dos principais acusados no livro, irá reagir. “Eles continuarão tentando desqualificar os autores da denúncia, como estão fazendo comigo e com o Protógenes. Tentam transformar réu em herói e quem investiga em réu”, disse.



A CPI da Privataria
Na abertura do debate, Altamiro Borges, do Barão de Itararé, deu a boa notícia: a CPI da Privataria foi protocolada em Brasília. Protógenes Queiroz, criador da CPI, disse que o livro de Amaury é um poderoso documento sobre as privatizações tucanas. “Esses bilionários que surgiram do nada, como demonstrado em A Privataria Tucana, precisam ser investigados e prestar contas à sociedade”, declarou.

O parlamentar exaltou o papel da mídia alternativa na repercussão do livro e revelou que ele próprio tomou conhecimento da obra através dos meios alternativos e mídias sociais. “Aproveito a presença do Paulo Henrique Amorim e também cito o Luis Nassif para parabenizar a mídia alternativa, a blogosfera e as redes sociais. Conheci o livro por meio da divulgação massiva nesses meios e senti que deveria contribuir, dizer ao mundo que o Amaury não está sozinho”.

A CPI da Privataria recebeu 206 assinaturas na Câmara dos Deputados, em apenas oito dias. “É um número impressionante, ainda mais se considerarmos que estamos às vésperas do final do ano e muitos não puderam assinar por estarem ausentes”, disse Queiroz. Para ele, a CPI é produto direto do livro, que traz informações contra José Serra, com diversos familiares denunciados por envolvimento em lavagem de dinheiro e desvio de recursos públicos, e Ricardo Sérgio, ex-caixa de campanha do PSDB e ex-diretor internacional do Banco do Brasil, que seria responsável por articular os consórcios de privatização e o recebimento de propinas. “A CPI fará o livro parecer ‘pequeno’”, afirma Queiroz, que prometeu revelar à sociedade como grandes veículos de comunicação tiveram suas dívidas perdoadas após a privatização.

A grande reportagem da Privataria Tucana

Renata Mielli, do Barão de Itararé, que coordenou a mesa de debate ao lado de Maria Inês Nassif, da Agência CartaMaior, comentou que o livro resgata a grande reportagem no país, obliterada pela grande imprensa em favor de um jornalismo “superficial e proselitista, preocupado apenas em derrubar ministros e mandar no país”.

Paulo Henrique Amorim endossou o coro, afirmando que “jornalismo investigativo é um pleonasmo”. Ele elogiou Amaury por “provar que a atividade de repórter está viva”. Amorim ainda afirmou que a valorosa investigação conduzida por Amaury diz respeito à “maior roubalheira da história das privatizações latinoamericanas”.

Fonte: Site Barão de Itararé

sábado, 17 de dezembro de 2011

Jorge Furtado: A Privataria Tucana

a_pirataria_tucana


Terminei de ler o extraordinário trabalho jornalístico de Amaury Ribeiro Jr., “A Privataria Tucana”, (Geração Editorial), o livro mais importante do ano. Para quem acompanha a vida política do país através de alguns blogs e da revista Carta Capital, não há grandes novidades além dos documentos que comprovam o que já se sabia: a privatização no Brasil, comandada pelo governo tucano, foi a maior roubalheira da história da república. O grande mérito do livro de Amaury é a síntese que faz da rapinagem, e a base factual de suas afirmações amparadas em documentos, todos públicos. Como bom jornalista, Amaury economiza nos adjetivos e esbanja conhecimento sobre o seu tema: o mundo dos crimes financeiros.

A reportagem de Amaury esclarece em detalhes como os protagonistas da privataria tucana enriqueceram saqueando o país. De um lado, no governo, vendendo o patrimônio público a preço de banana. Do outro, no mercado, comprando as empresas e garantindo vida mansa aos netos. Entre as duas pontas, os lavadores de dinheiro, suas conexões com a mídia e com o mundo político.

Protagonistas

Os personagens principais da maracutaia, fartamente documentada são gente do alto tucanato: Ricardo Sérgio de Oliveira (senhor dos caminhos das offshores caribenhas, usadas pela turma para esquentar o dinheiro), Gregório Marin Preciado (sócio de José Serra), Alexandre Bourgeois (genro de José Serra), a filha de Serra, Verônica (cuja offshore caribenha, em sociedade com Verônica Dantas, lavou pelo menos 5 milhões de dólares), o próprio José Serra e o indefectível Daniel Dantas. Mas o livro tem também informações comprometedoras sobre o comportamento de petistas (Ruy Falcão e Antonio Palocci), sobre Ricardo Teixeira e sobre vários jornalistas.

A quadrilha de privatas tucanos movimentou cerca de 2,5 bilhões de dólares, há propinas comprovadas de 20 milhões de dólares, dinheiro que não cabe em malas ou cuecas. O livro revela também o indiciamento de Verônica Serra por quebra de sigilo de 60 milhões de brasileiros e traz provas documentais de sua sociedade com Verônica Dantas, irmã de Daniel Dantas, do Banco Opportunity, numa offshore caribenha.

Alguns destaques do livro:

As imagens do Citco Building, em Tortola, Ilhas Virgens britânicas, gavetas recheadas de empresas offshore, "a grande lavanderia", pág. 43.
Sobre a pechincha da venda da Vale, na pág. 70.
Sobre o grande sucesso "No limite da irresponsabilidade", na voz de Ricardo Sérgio., pág. 73.
Sobre o MTB Bank e sua turma de correntistas, empresários, traficantes e políticos de várias tendências, e a pizza gigante de dois sabores (meio petista, meio tucana) da CPI do Banestado, pág. 75.
Como a privatização tucana fez o governo (com o seu, meu dinheiro), pagar aos compradores do patrimônio público, pág.171.
A divertida sopa-de-nomes das empresas offshore, massarocas intencionais para despistar a polícia do dinheiro do crime, pág. 188.
Os grandes personagens do sub-mundo da política, arapongas que trabalham a quem pague mais, pág. 245.
Um perfeito resumo do que realmente aconteceu na noite dos aloprados, no Hotel Ibis, em São Paulo, pág. 282.
Um retrato completo do modus operandi da mídia pró-serra na eleição de 2010, a partir da pág. 295.
Outro resumo perfeito, do caso Lunus, quando a arapongagem serrista detonou a candidatura de Roseana Sarney, pág. 314.
Sobre para-jornalistas que acabam entregando suas fontes e sobre fontes que confiam em para-jornalistas, pág. 325.

Silêncio da mídia
O índice remissivo e a quantidade de dados que o livro de Amaury apresenta já o tornariam uma peça obrigatória na biblioteca de quem pretende entender o Brasil. Mas,A Privataria Tucana também lança um constrangedor holofote sobre a grande imprensa brasileira, gritamente pró-Serra, que é cúmplice, ao menos por omissão, da roubalheira que tornou o país mais pobre e alguns ricos ainda mais ricos.

Imagine você o que esta imprensa – que gasta dúzias de manchetes e longos programas de debate na televisão numa tapioca de 8 reais ou em calúnias proferidas por criminosos conhecidos - diria se um filho de Lula, Dilma ou qualquer petista fosse réu em processo criminal de quebra de sigilo bancário. Segundo o livro de Amaury (e os documentos que ele traz) a filha de José Serra é ré em processo criminal por quebra de sigilo bancário. (p. 278)

O ensurdecedor silêncio dos grandes jornais e programas jornalísticos sobre o livro “A privataria tucana” é um daqueles momentos que nos faz sentir vergonha pelo outro. A imprensa, que não perde a chance - com razão - de exigir liberdade para informar, emudece quando a verdade contraria seus interesses empresariais e/ou o bom humor de seus grandes anunciantes. Onde estão as manchetes escandalosas, as charges de humor duvidoso, os editoriais inflamados sobre a moralidade pública?

Afinal, cadê o moralista que estava aqui?

Fonte: Carta Maior / (*) Publicado originalmente no Blog de Jorge Furtado