domingo, 17 de fevereiro de 2013

Reflexões...

E lá fora tudo é luz
Tem vida por toda parte
Aqui tem parte, parte de várias partes
Um parto que gerou uma parte, que nunca foi todo
Nunca será todo pela dinâmica torta e frívola de uma vida breve
Uma parte todinha partida
Uma parte, que mesmo assim parti, em busca de ser todo
Por toda parte.

Andressa Alves

Boa tarde, Martha Medeiros!

‎"Achamos que sabemos decodificar sinais, perceber humores, adivinhar pensamentos, e às vezes acertamos, mas erramos tanto..."

- Martha Medeiros

Posição de Mantega prevalece no G 20


O ministro Guido Mantega, na reunião do G 20, em Moscou


Ministros das vinte nações mais ricas do mundo assinam documento na Rússia em que se comprometem com o fim da chamada "guerra cambial"; discurso era liderado pelo brasileiro Guido Mantega

A cruzada do ministro brasileiro contra a chamada "guerra cambial" ganhou abrigo no G20, clube das vinte nações mais ricas do mundo, cujos ministros se reuniram na Rússia. 

O G20, grupo que reúne as principais economias do mundo, declarou neste sábado (16) que não deveria haver uma "guerra de moedas" e defendeu que sejam estabelecidos novos objetivos de redução de dívidas, em um indício de preocupação com o frágil estado da economia mundial.

As políticas expansionistas do Japão, que deixaram baixar o yen, escaparam das críticas em um comunicado acordado em Moscou pelos responsáveis financeiros do G20, que reúne s economias desenvolvidas, emergentes e que são responsáveis por 90 por cento da economia mundial.

Após conversas mantidas em grande parte da noite passada, os ministros de finanças e presidentes de banco centrais concordaram com a formulação mais próxima da declaração da última terça-feira do G7, grupo das economias mais ricas e que apóia taxas de câmbio determinadas pelo mercado.

Um esboço do comunicado do G20 visto por delegados na sexta-feira tinha se distanciado do comunicado do G7, mas a versão final incluiu um compromisso do G20 em conter-se ante desvalorizações competitivas e estabelecer uma política monetária que possa apontar para a estabilidade de preços e crescimento.

"Essa linguagem foi reforçada em nossas discussões na noite passada", disse à imprensa o ministro canadense de finanças, Jim Flaherty. "É mais forte do que era, mas à noite ficou bastante claro que todo mundo na mesa quer evitar qualquer situação de dispunta monetária".

Fonte: portal Brasil 247

FAO: Brasil é o país que mais avançou no combate à fome

"Nos últimos 20 anos o Brasil é o país que mais avançou no combate à fome". Com essa avaliação, Hélder Multeia resume os avanços conquistados ao longo dos dois anos e meio em que esteve a frente da representação da Organização das Nações Unidas para a Agricultura e Alimentação (FAO) no país. A partir do próximo dia 18, o cargo será ocupado por Alan Bojanic, que já liderou as atividades da organização no Chile e no escritório regional para América Latina e Caribe.

Bruno Spada/MDS

Dados da organização não governamental Action Aid salientam que em seis anos a má nutrição infantil caiu 73% no Brasil e a mortalidade infantil, 45%
Multeia afirmou, com exclusividade à Agência Brasil, que o novo representante da organização em território brasileiro não encontrará dificuldades. "O Brasil, como parceiro para os objetivos da FAO, é um país que está na linha de frente. É um país que já cumpriu as Meta do Milênio, onde a classe média cresce a olhos vistos e que tem políticas públicas importantes. Esse é o grande diferencial do Brasil", disse.

Quando assumiu o cargo, em agosto de 2010, o moçambicano Hélder Multeia tinha desafios claros. Entre eles, fortalecer, por meio do diálogo com setores do governo e de outros segmentos, medidas de apoio à pequena agricultura, à segurança alimentar e à preservação ambiental. "Houve grandes avanços nestas áreas porque o Brasil avançou muito com programas como o Fome Zero, que ficou ainda mais amplo com o Brasil sem Miséria", destacou.

Muitas das políticas e programas brasileiros foram reproduzidos em territórios onde a fome é um problema mais grave, como na África. Esta foi uma das principais atribuições de Multeia na FAO no Brasil. "Iniciamos programas de parcerias com outros blocos tanto na América Latina como na África. Reproduzimos programas como o de aquisição de alimentos e de alimentação escolar, que é um sucesso", lembrou.

A parceria também possibilitou a criação do programa Mais Alimentos África, nos mesmos moldes do programa criado no Brasil para apoiar a pequena agricultura com linhas de investimento para a modernização da propriedade rural. "Para os países africanos, o Brasil tem um cardápio de possibilidades de desenvolvimento com todas estas políticas de alimento, de apoio a pequena agricultura e do programa de cisternas", disse.

A partir desta segunda-feira (18), Multeia assume o escritório da organização criado recentemente em Lisboa, Portugal. Com um currículo que reúne passagens por cargos como o de ministro da Agricultura e do Desenvolvimento Rural, de vice-ministro de Pesca de Moçambique e de chefe do Departamento Técnico de Avicultura, em Maputo, Multeia sabe que terá um novo desafio a partir de agora, com atribuições diferentes das que assumiu no Brasil e na representação da Nigéria, anos antes

Na Europa, o escritório da FAO tem uma natureza diferenciada por não ter o status de representação. "Temos um escritório de ligação, de diálogo e de partilha. Vamos desenvolver um trabalho conjunto na CPLP [Comunidade dos Países de Língua Portuguesa]", explicou. Segundo ele, os países que integram a CPLP vão criar uma plataforma de cooperação para atuarem, conjuntamente, no combate à fome nessas regiões.

Sobre a nova atividade em território português e as dificuldades que pode enfrentar, principalmente por se tratar de um dos países mais afetados pela crise econômica mundial, Multeia disse que só definirá outras atividades a partir das conversas que já estão sendo agendadas com representantes do governo e do setor produtivo de Portugal.




Dívida Pública Federal registra melhor composição da história

Apesar de ter superado a barreira de R$ 2 trilhões em dezembro, a Dívida Pública Federal (DPF) encerrou o ano passado com a melhor composição da história. Uma série de trocas de títulos executada pelo Tesouro Nacional ao longo de 2012 reduziu o risco de a dívida pública fugir do controle nos próximos anos, retirando de circulação mais de R$ 100 bilhões de papéis indexados à Selic (taxa básica de juros da economia).

De acordo com o Tesouro, a fatia da dívida interna em títulos corrigida por taxas flutuantes como a Selic atingiu 22,55% em dezembro, o menor percentual desde 1997, quando começaram a ser feitas as medições. Em contrapartida, a proporção dos papéis prefixados (com juros que não flutuam e são definidos antecipadamente) fechou o ano em 41,18%, no maior nível da história. Os números levam em conta as compras e vendas de dólares no mercado futuro pelo Banco Central, que influenciam o resultado final.

Em fevereiro do ano passado, o Tesouro Nacional determinou que os fundos extramercado, formados por recursos de algumas estatais e pelo Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT), pelo Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) e pelo Fundo de Defesa da Economia Cafeeira (Funcafé), trocassem R$ 61,2 bilhões em títulos corrigidos pela Selic (taxa básica de juros) por papéis prefixados e vinculados à inflação.

Em abril, foi a vez de o Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) substituir mais R$ 44 bilhões em papéis indexados à Selic que estavam em seu poder, também por títulos prefixados e corrigidos pela inflação. Com essas duas operações, o Tesouro se livrou de R$ 105,2 bilhões de títulos atrelados à taxa básica de juros.

Essas operações reduziram o risco da dívida pública, porque os títulos vinculados à Selic pressionam o endividamento do governo quando os juros sobem. Caso o Banco Central reajuste os juros básicos, a parte da dívida interna corrigida pela Selic aumenta imediatamente. A taxa de juros dos papéis prefixados é definida no momento da emissão e não varia ao longo do tempo. Dessa forma, o Tesouro sabe exatamente quanto pagará de juros daqui a vários anos, quando os papéis vencerem e os investidores tiverem de ser reembolsados.

No caso dos títulos corrigidos pela inflação, o Tesouro também prefere esses papéis porque os índices de preços tendem a acompanhar o crescimento da economia. Assim, se a inflação subir, o Produto Interno Bruto (PIB) também aumenta. Isso reduz o risco de a dívida pública explodir na comparação com o PIB, mesmo que o endividamento do governo em valores nominais tenha ficado maior. Em dezembro, os papéis indexados pela inflação representaram 35,48% da dívida interna em títulos do governo.

A melhoria no perfil da dívida pública é mais notável se for levada em conta a trajetória da composição nos últimos anos. Em dezembro de 2005, os títulos corrigidos por taxas flutuantes respondiam por 55,44% da dívida interna federal. Os papéis prefixados representavam 27,86%, e os títulos atrelados à inflação correspondiam a 15,53%.

Por meio da dívida pública, o Tesouro Nacional emite títulos e pega dinheiro emprestado dos investidores para honrar compromissos. Em troca, o governo compromete-se a devolver os recursos com alguma correção, que pode seguir a taxa Selic, a inflação, o câmbio ou ser prefixada.

Fonte: Agência Brasil




PwC: Brasil pode passar o Japão e ser a quarta maior economia


Japão
    


Relatório da consultoria PricewaterhouseCoopers (PwC) projeta os avanços econômicos até 2050 e indica fortalecimento das economias emergentes e fortes mudanças na geografia econômica global.

  

A crise financeira global acelerou o processo de mudança do centro de gravidade econômica mundial, definindo que a China, os Estados Unidos e a Índia possuem potencial para serem as três maiores economias do planeta até 2050. E o Brasil apresenta fortes indícios de que poderá ultrapassar o Japão e ocupar a quarta posição nesse ranking, no mesmo período.

Essa e outras previsões fazem parte do estudo World in 2050 - The BRICs and Beyond: Prospects, challenges and opportunities, elaborado pela PwC, que projeta os avanços econômicos e desafios dos países emergentes e as principais economias nos próximos 40 anos.

Segundo o estudo, a China poderá ultrapassar os EUA como a maior economia em 2017 (com base na paridade de poder de compra - PPC) ou em 2027 (com base nas taxas de câmbio de mercado). Prevê que a Índia se tornará um gigante econômico global, sendo a terceira economia do planeta em 2050. China, Índia, Brasil e outros países emergentes destacados no estudo ganharão importância por oferecer menores custos de produção e também pelo tamanho de seus crescentes mercados de consumo. “Num período em que a tendência de crescimento global nas economias desenvolvidas é estimada em não mais que 2%, as empresas terão que olhar cada vez mais para estas regiões se quiserem crescer”, afirma John Hawksworth, economista-chefe da PwC no Reino Unido e coautor do relatório.

A análise da PwC prevê a Rússia poderá superar a Alemanha bem antes de 2030, tornando-se a maior economia europeia; entretanto, nos rankings globais poderá ser ultrapassada pelo Brasil antes de 2050. Países como a Nigéria e o Vietnã são projetados para passar para o top 20 em 2050, em 13º lugar e 19º respectivamente. A Malásia, apesar do forte potencial de crescimento, permanecerá do lado de fora do top 20, principalmente devido à sua população relativamente pequena.

Os EUA manterão o primeiro lugar com o maior PIB per capita em 2050 com os grandes emergentes como China, Brasil, Indonésia e Índia ainda na parte inferior da tabela. No entanto, a diferença que separa estes dois grupos diminuirá significativamente. De acordo com a projeção, em 2050, o Reino Unido terá o quarto maior PIB per capita entre os países do G7, atrás dos EUA e, por uma diferença muito pequena, do Canadá e da França.

Em termos de crescimento do PIB, a crise econômica cobra seu preço. “No curto prazo, a crise financeira global teve mais impacto nos países dos G7 do que nos do E7 e isso provocou a revisão para baixo das estimativas de crescimento em longo prazo, especialmente das economias europeias e dos Estados Unidos que apostaram demais no financiamento público e privado para promover o crescimento”, analisa Hawksworth.

Assim como a China e da Índia, a projeção indica notável avanço do México e da Indonésia, que em 2050 devem estar entre as 10 maiores economias, ocupando os 7º e 8º lugares respectivamente. Fora do G20, Vietnã, Malásia e Nigéria têm grande potencial de crescimento em longo prazo e a Polônia deverá deixar para trás com facilidade as grandes economias da Europa Ocidental nas próximas duas décadas.

Com informações do Estado de Minas 


sábado, 16 de fevereiro de 2013

Reflexão...

Tempo do corpo este tempo, da fome Do de dentro. Corpo se conhecendo, lento, Um sol de diamante alimentando o ventre, O leite da tua carne, a minha Fugidia. E sobre nós este tempo futuro urdindo Urdindo a grande teia. Sobre nós a vida A vida se derramando. Cíclica. Escorrendo. 

(Hilda Hilst)

Boa tarde, Caio F. Abreu!


Tô me afastando de tudo que me atrasa, me engana, me segura e me retém. Tô me aproximando de tudo que me faz completo, me faz feliz e que me quer bem. Tô aproveitando tudo de bom que essa nossa vida tem. Tô me dedicando de verdade pra agradar um outro alguém. Tô trazendo pra perto de mim quem eu gosto e quem gosta de mim também. Ultimamente eu só tô querendo ver o ‘bom’ que todo mundo tem. Relaxa, respira, se irritar é bom pra quem? Supera, suporta, entenda: isento de problemas eu não conheço ninguém. Queira viver, viver melhor, viver sorrindo e até os cem. Tô feliz, tô despreocupado, com a vida eu tô de bem.

Caio F Abreu.

Música..."Ilusion" - Julieta Venegas e Marisa Monte


Terminam neste sábado as inscrições de voluntários para a Copa das Confederações


Mais de 36 mil pessoas já se cadastraram no Programa Brasil Voluntário. Cerca de 11 mil devem ser selecionados

Publicado em 16/02/2013, às 10h09

Do JC Online

 / Foto: Reprodução / Internet

Foto: Reprodução / Internet

Fazer novas amizades, trocar experiências ou simplesmente ajudar o Brasil a receber bem os visitantes da Copa das Confederações, de 14 a 29 de junho. Estes são alguns dos motivos que já levaram mais de 36 mil pessoas a se cadastrarem no Programa Brasil Voluntário, organizado pelo Ministério do Esporte. Os interessados têm até este sábado (16) para se inscrever na página do programa na internet (www.copa2014.gov.br). É preciso ter mais de 18 anos, disponibilidade de tempo e morar no Brasil.
Em entrevista à Agência Brasil, o coordenador do programa, Vicente Paulo, disse que 11 mil voluntários serão selecionados para trabalhar nas seis sedes da Copa das Confederações: Belo Horizonte, Brasília, Fortaleza, Rio de Janeiro, Recife e Salvador. Do total, 7 mil vão atuar em atividades gerais, como atendimento a turistas e torcedores em pontos turísticos, áreas de fluxo e festas públicas. Os demais 4 mil vão participar das cerimônias de abertura e encerramento do evento, que ocorrerão em Brasília e no Rio de Janeiro, respectivamente. A opção pela área na qual o candidato pretende trabalhar pode ser feita durante o preenchimento do questionário.
Com a grande adesão, o coordenador do programa disse que a disponibilidade de tempo será o critério principal para definir os selecionados. Experiência com voluntariado e domínio de língua estrangeira garantem pontos extras aos interessados.
A expectativa é que dez dias depois do fim das inscrições – 26 de fevereiro- os selecionados recebam um e-mail com as primeiras orientações. Os voluntários vão passar treinamento, coordenado pela Universidade de Brasília (UnB). A primeira fase, à distância, de 1 a 30 de março, e a segunda, presencial, de 20 de abril a 11 de maio. Eles vão ter aulas sobre cultura local, voluntariado, história do esporte, história das copas do mundo, informações sobre datas e personalidades importantes, hábitos e costumes locais, feriados e o calendário cultural e esportivo.
“Além de uma experiência de vida importante e relação com pessoas de vários países, nacionalidades, times de futebol, imprensa especializada, imprensa nacional, as pessoas terão uma formação específica feita e certificada por uma grande universidade pública, a UnB, e em função dessa participação poderão, por exemplo, ter um diferencial na disputa no mercado de trabalho ou acrescentar no seu currículo essa certificação que também servirá para a contagem de horas nas atividades extra curriculares das universidades brasileiras”, explicou Vicente Paulo.
Quem não for selecionado desta vez ainda pode ter o cadastro aproveitado para a Copa do Mundo de 2014, que vai envolver cerca de 50 mil voluntários. Esta será a primeira experiência do Brasil com uma quantidade tão grande de voluntários trabalhando em um mesmo evento, mas a intenção do governo é criar uma rede permanente que possa atuar em ações socais e até em tragédias e catástrofes.