segunda-feira, 9 de setembro de 2013

Boa noite! Boa música!


Artista: Alçeu Valença 
Música: Dona de 7 Colinas

Royalties vão garantir educação e independência, afirma Dilma


“Essa lei tem o condão de aumentar e reafirmar, nessa semana da independência, a independência do nosso povo, porque eu tenho certeza que com educação de qualidade todos os brasileiros serão mais independentes, livres e felizes”. Com essas palavras e muitos aplausos foi encerrada, na tarde desta segunda-feira (9), a solenidade de sanção da lei que destina os royalties do petróleo para educação e saúde.

Presidência da República

A presidenta Dilma, com as autoridades, na abertura do evento; e com os estudantes, no encerramento.



A presidenta Dilma reafirmou a fala do ministro da educação, Aloísio Mercadante, quando disse que “não somos uma economia primária de ‘commodities’. Vencemos esses desafios e vamos vencer outros tantos”, lembrando que o Brasil hoje já produz plataformas, além de explorar petróleo, “e agora vai produzir educação com os recursos que saem do fundo do mar, tornando irreversível o fim das desigualdades no país”, afirmou.

Os discursos foram todos seguidos de muitos aplausos dos estudantes que lotaram o Salão Nobre do Palácio do Planalto. Além da presidenta Dilma, falaram também na solenidade a presidenta da União nacional dos Estudantes (UNE), Virgínia Barros e os ministros da Educação e Saúde, Alexandre Padilha. Todos destacaram a data como momento histórico para o país que deve ter na oferta pública e de qualidade de educação e saúde as pedras fundamentais para o desenvolvimento do país.

Fizemos muito pela educação, mas ainda a muito o que fazer e nós devemos fazer muito mais, disse a presidenta Dilma, comemorando “essa decisão (de destinar os royalties do petróleo para educação e saúde) que uniu as forças políticas, sociais e econômicas do nosso país”. 

Citando um educador estadunidense, a presidenta afirmou que “se você acha que a educação é cara, experimente a ignorância”, dizendo que a afirmativa serve também para a questão da saúde. 

Melhores salários

 

A presidenta Dilma arrancou aplausos calorosos da plateia, quando defendeu o pagamento de melhores salários para os professores, novamente reafirmando a fala do Ministro da Educação, que disse, em seu discurso, que “os royalties devem servir não só para melhorar a qualidade da educação, mas deve pagar melhor os professores, para termos os melhores profissionais na sala de aula, se queremos transformar essa nação em um país desenvolvido”. 

Além de melhores salários para os professores, que representa investimento tão importante quanto investir em médicos, para torná-los mais respeitados pelos alunos e pela sociedade, com estima elevada e ‘status’ especial na sociedade, a presidenta Dilma disse que a lei vai ajudar a ampliar a creche e educação infantil, acelerar o pacto pela educação na idade certa e aumentar a interiorização do ensino superior e centros tecnológicos. 

E que a melhoria na educação vai permitir um salto na qualidade de todas as atividades do Brasil, da qualificação profissional até a pesquisa, e garantir uma melhor competitividade do Brasil. 

E destacou que foi o próprio conhecimento – a descoberta da camada do pré-sal - que permitiu que os recursos do petróleo fossem destinados à educação. Para ela, é justo que o que foi produzido pelo conhecimento seja destinado para o conhecimento. 

Luta dos estudantes

A presidenta da União Nacional dos Estudantes (UNE), Virgínia Barros, a primeira a falar na solenidade, lembrou a luta dos estudantes, desde a descoberta da camada do pré-sal, para que os recursos fossem destinados para educação. 

“A mesma UNE que participou da campanha do Petróleo é Nosso, lutou pela destinação dos royalties do petróleo do pré-sal para educação”, afirmou, destacando essa como “uma das maiores conquistas da história da educação brasileira”. 

Segundo ela, a educação avançou muito nos últimos anos, mas ainda existem problemas que precisam ser enfrentados e isso só será possível com mais recursos até alcançar a destinação de 10% do Produto Interno Bruto (PIB) para educação.

Orçamento impositivo

O ministro da Saúde comemorou os recursos a mais para a saúde, lembrando que, para um país da dimensão geográfica do Brasil, é um grande desafio oferecer à sua população atendimento médico desde a vacina até o transplante de órgão. 

“O dia de hoje é um passo decisivo nessa caminhada”, disse o ministro, para quem o SUS representa o único atendimento médico para 145 milhões de brasileiros. E cobrou que o orçamento impositivo coloque 50% das emendas parlamentares para financiar a saúde no país. 

A presidenta Dilma confirmou a fala do ministro da Saúde, quando também cobrou a destinação do orçamento impositivo das emendas parlamentares para a saúde. Padilha lembrou que desde o fim da CPMF (Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira), o Sistema Único de Saúde (SUS) não recebeu nenhuma nova fonte de financiamento.

Base sólida

O ministro da Educação, Aloísio Mercadante, também discursou. Para ele, esse será o maior legado do Governo Dilma ao país, atribuindo à presidenta a luta pelos 100% dos royalties do petróleo para educação. 

Para Mercadante, a nova lei vai preparar o país pós-petróleo, para viver sem aquela riqueza, que não é renovável. Precisamos fazer uma base sólida para isso, e é a educação que fará isso, produzindo pesquisa e inovação, que vai permitir dar esse salto, inclusive para descobrir novas fontes de energia, disse.

Ele lembrou que o Brasil não tem o direito de repetir os erros cometidos por outros impérios petrolíferos, evitando a doença holandesa, que cria uma economia parasitária, vivendo apenas da riqueza do petróleo. 

De Brasília
Márcia Xavier
Fonte: Portal Vermelho

Avaliação Nacional dos cursos de administração 2013

Adiministração de Empresas da UFPE fica bem classificado em avaliação dos cursos de administração em todo o País.

Confiram no link: http://ruf.folha.uol.com.br/2013/rankingdecursos/administracaodeempresas/

Rodrigo Amarante é uma das atrações do festival Coquetel Molotov deste ano

Alguns dos nomes que se apresentam nesta edição foram divulgados nesta segunda-feira pela produção do eventi

Publicado em 09/09/2013, às 15h00


Do JC Online

Amarante apresenta sue primeiro trabalho solo no festival / Foto: Divulgação

Amarante apresenta sue primeiro trabalho solo no festival

Foto: Divulgação

A produção do festival No ar: Coquetel Molotov divulgou nesta segunda-feira (9) os primeiros nomes dos que irão se apresentar na edição deste ano, a 10°, marcada para os dias 18 e 19 de outubro. O eterno Los Hermanos, Rodrigo Amarante, o grupo paulista Metá Metá e a rapper Karol Conká serão três dos artistas a tocar no festival que continua acontecendo no Teatro da UFPE.
No final de semana que precede o dos shows, uma prévia do festival acontece com apresentações musicais ao vivo durante a programação do projeto Recife Antigo de Coração, no bairro do Recife.
Amarante apresenta seu primeiro disco solo, Cavalo, na ocasião. Show, este, que deveria ter acontecido no Abril Pro Rock mas foi cancelado pelo músico. As datas de início de venda dos ingressos e seus valores ainda não foram divulgados.

Fonte: JC Online

Planalto divulga nota oficial sobre medidas contra espionagem


A presidenta Dilma Rousseff emitiu, nesta segunda-feira (9), nota oficial sobre denúncia de violação das comunicações e de dados do governo brasileiro e da Petrobras pela Agência Nacional de Segurança dos Estados Unidos. 


Segundo a presidenta, “tais tentativas de violação e espionagem de dados e informações são incompatíveis com a convivência democrática entre países amigos, sendo manifestamente ilegítimas. De nossa parte, tomaremos todas as medidas para proteger o país, o governo e suas empresas”.

Confira abaixo a íntegra da Nota:


Mais uma vez, vieram a público informações de que estamos sendo alvo de mais uma tentativa de violação de nossas comunicações e de nossos dados pela Agência Nacional de Segurança dos EUA. Inicialmente, as denúncias disseram respeito ao governo, às embaixadas e aos cidadãos – inclusive a essa Presidência. Agora, o alvo das tentativas, segundo as denúncias, é a Petrobras, maior empresa brasileira. Sem dúvida, a Petrobras não representa ameaça à segurança de qualquer país. Representa, sim, um dos maiores ativos de petróleo do mundo e um patrimônio do povo brasileiro.

Assim, se confirmados os fatos veiculados pela imprensa, fica evidenciado que o motivo das tentativas de violação e de espionagem não é a segurança ou o combate ao terrorismo, mas interesses econômicos e estratégicos.

Por isso, o governo brasileiro está empenhado em obter esclarecimentos do governo norte-americano sobre todas as violações eventualmente praticadas, bem como em exigir medidas concretas que afastem em definitivo a possibilidade de espionagem ofensiva aos direitos humanos, a nossa soberania e aos nossos interesses econômicos.

Tais tentativas de violação e espionagem de dados e informações são incompatíveis com a convivência democrática entre países amigos, sendo manifestamente ilegítimas. De nossa parte, tomaremos todas as medidas para proteger o país, o governo e suas empresas.

Dilma Rousseff
Presidenta da República Federativa do Brasil


Fonte: Blog do Planalto

domingo, 8 de setembro de 2013

Cláudia Leitão: Economia Criativa é mola propulsora e agregadora do desenvolvimento


Cláudia Leitão reuniu-se com a equipe MinC Nordeste
A Secretária de Economia Criativa do Ministério da Cultura Cláudia Leitão foi a convidada do último dia de atividades do Seminário Economia criativa e espaço urbano: reflexões sobre o quadrilátero do Bairro de Santo Amaro”. O encontro, que reuniu acadêmicos, estudantes e profissionais de arquitetura, design, T.I. e empreendedores, foi uma iniciativa do Programa de Pós-Graduação em Desenvolvimento Urbano da Universidade Federal de Pernambuco (MDU/UFPE), em parceria com o Porto Digital e a Secretaria das Cidades.
Durante sua fala, a secretária defendeu uma maior mobilização e apropriação de informações acerca das estratégias de fomento à economia criativa, com foco na contribuição deste segmento para o desenvolvimento econômico e social. “Está na hora do Brasil aproveitar o seu potencial de mentes criativas e exportar bens que agreguem idéias e valores, que possuam capital intelectual, com valor cultural e comercial. Basta olhar para o que está estampado, por exemplo, em diversas mídias, como o cinema, o design de moda, os jogos eletrônicos e tantos outros: países como os Estados Unidos, Austrália, e a China estão em um estágio avançado neste setor. Desta forma, eles ampliam o seu campo de ação, reforçando seu desempenho no campo das exportações, como já acontece no setor de alimentos, artigos industrializados e serviços, entre outros.
De acordo com Cláudia Leitão, as possibilidades de aplicação da Economia Criativa só têm a acrescentar ao crescimento do país, a partir da interrelação com diversas áreas, promovendo a qualificação do desenvolvimento a partir da cultura, com foco na inclusão social e na superação da miséria e das desigualdades regionais. “Tudo está interligado e gera aplicações concretas na educação, na saúde, no turismo, na agricultura… basta ser atento e enxergar além”, afirmou a secretária.
Para ilustrar o potencial da economia criativa, Cláudia Leitão apresentou um quadro geral da Secretaria de Economia Criativa no Ministério da Cultura, e exemplificou como o incentivo à pesquisa e inovação podem render inúmeros benefícios à sociedade. “As fontes de conhecimento locais devem ultrapassar os limites acadêmicos e encontrar a rua, o povo, aplicar seus conhecimentos lá fora, estabelecer parceria com parques tecnológicos,  promover o conhecimento e colher crescimento para todos”, concluiu.
O encontro também foi palco do lançamento dos “Anais da I Conferência Internacional sobre Economia Criativa do Nordeste”, um livro que reúne artigos de pesquisadores de universidades nacionais e estrangeiras, que traça um panorama sobre a Economia Criativa, e a aplicação dos mais recentes conhecimentos aplicados aos novos modelos de negócios, aos novos processos, às novas tecnologias.
Os mestrandos em Administração com especialização em Economia Criativa e Mobilidade, Girlaynne Farias e Anderson Diego, acharam positiva a aproximação do Ministério da Cultura na disseminação de novos valores a serem cultivados pela sociedade: “Para nós é muito importante ter este contato. Queremos contribuir na construção de um cenário mais inovador e competitivo,  para que o desenvolvimento seja pleno, para todas as áreas”, afirmou Girlaynne.
A secretaria da Economia Criativa está em diálogo com superintendentes nacionais da Caixa Econômica Federal (CEF) de Micro e Pequenas Empresas,  de Programas Sociais e de Renda Básica, na discussão de propostas com ações conjuntas para fomentar os empreendedores criativos brasileiros, como a inclusão dos artesãos no Microcrédito Crescer Caixa, um programa de financiamento a juros reduzidos dirigido a pequenos empreendedores, assim como a inclusão bancária, a partir de contas simplificadas. Os encontros prosseguem neste fim de ano e devem mostrar resultados em breve.
Texto: Juliano Mendes da Hora – Ascom / MinC RRNE

segunda-feira, 2 de setembro de 2013

Viver (Carlos Drummond de Andrade, in 'As Impurezas do Branco' )

Mas era apenas isso, 
era isso, mais nada? 
Era só a batida 
numa porta fechada?

E ninguém respondendo,
nenhum gesto de abrir:
era, sem fechadura,
uma chave perdida?

Isso, ou menos que isso
uma noção de porta,
o projeto de abri-la
sem haver outro lado?

O projeto de escuta
à procura de som?
O responder que oferta
o dom de uma recusa?

Como viver o mundo
em termos de esperança?
E que palavra é essa
que a vida não alcança?